Parafina

A Go Green foi a primeira parafina brasileira de surf 100% ecológica, 100% biodegradável e 200% grude. Durante anos a Go Green tem  trabalhado e melhorado as fórmulas. A base da parafina de surf Go Green é de cera de abelha e com uma mistura de outros produtos do reino vegetal cuidadosamente escolhidos e testados. Chegamos ao um resultado de uma parafina de alta performance e durabilidade. A Go Green é verdadeiramente The Original. 

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  OBS! Em função de estarmos no exterior por tempo indeterminado a fabricação e a distribuição das parafinas está parada.

 Você sabia que surfistas como Kelly Slater (Dez Vezes Campeão do Mundo), Taylor Knox, David “Rasta” Rostovich e um monte de outros top surfers usam surf wax ecológica quando surfam? E eles surfam  o dia inteiro, e eles precisam de uma parafina que tenha a melhor durabilidade e tração que uma parafina possa ter. Você tem certeza de que você está surfando com a melhor parafina que tem no mercado? Uma eco wax é verdadeiramente a melhor escolha para quem conhece parafinas. É  Atitude Natural Que Gruda!

História da Parafina

“No começo havia Parowax e Parowax era uma droga”.

parwax

As barras de Parowax eram compostas de parafina pura, incolor e sem cheiro. Era o que tinha durante a primeira metade do seculo XX. Parowax era o que as mães usavam para fazer velas ou vedar embalagens, e pior, era um produto derivado do petróleo que lamentavelmente ainda hoje é o fato da grande maioria das parafinas de surf no mercado. De acordo com os surfistas pioneiros como Greg Noll e Dale Velzy “a coisa (Parowax) era uma ‘filha da mãe’ para aderir á sua prancha”. Até chegando a segunda metade do seculo XX os surfistas dependiam dos produtos das dispensas das suas mães tais como: cera para piso, velas e parafina bruta. Nos anos 60, e inclusive no início dos anos 70, começou o que pode ser chamado a “indústria” de parafinas especialmente formulada para os surfistas. O que começou em garagens i quintais, hoje se transformou numa indústria lucrativa, com três empresas – Zog’s, Wax Research e Mrs. Palmer’s – dominando o mercado que chega a consumir mais que 40 000 barras POR DIA, todos os dias, ao redor do mundo. Imagine o que isso representa em substâncias não biodegradáveis depositados nos nossos mares e praias. A parafina convencional é composta por vários ingredientes tóxicos e nocivos para a saúde e o meio ambiente. Por motivo de espaço limitado vamos relatar um resumo dos componentes tóxicos: o ingrediente básico da parafina é uma substância sintética. Todas as parafinas de surf são amaciadas por produtos derivados do petróleo. Além disso, as essências da parafina não vêm de grãos de baunilha, banana, canela etc, elas vêm de fabricas. São totalmente sintéticas. E mais, algumas parafinas levam um pouco de plástico na fórmula, para controlar a temperatura. Finalmente, borracha sintética ou resina petroquímica é adicionada para melhorar o fator de aderência. Ainda sem falar dos corantes que podem ou não ser tóxicos. Moral da história: A parafina convencional é ligeiramente mais limpa de óleo de motor, e isso fica nos mares, na sua roupa, no seu carro, no esgoto e alguns surfistas ficam com tanta fome depois de uma sessão de surf que não resistem em mastigar um pouco.

        No final dos anos 60 houve uma tentativa de produzir uma parafina para surfistas com a base de cera de abelha. Os donos da Wax Mate, empresa de parafina para surfistas, abordaram Steve Knorr, surfista e dono de uma empresa de velas: “Eles vieram até nos porque estávamos no ramo de velas e por isso acharam que entendíamos de parafinas”, disse Steve Knorr. “Mas nos mexiamos com parafina extraída da cultura de abelhas, e a parafina de surf é um subproduto de petróleo, obtida com o refinamento do óleo cru, sendo muito mais barata e fácil de obter. A cera das abelhas é o extremo oposto, é um subproduto extraído durante a fabricação do mel e sua produção é bastante cara.” A experiência não deu muito certo devido ao tentativa de misturar derivados de petróleo com a cera de abelha.

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Alguns trechos do texto foi tirado da revista Alma Surf #40 ano 07